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    TENDA Cia Cênica


    Oficina TENDA: "Teatro Laboratório: pesquisa de campo, exercícios e workshop"

    Oficina TENDA no Projeto Bragança (En)Cena

    15 e 16 de Outubro – 3º Módulo: “Teatro laboratório:

    pesquisa de campo, exercícios e workshop”




    Escrito por ciacenicatenda às 15h38
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    Oficina TENDA: "Fazer Teatral: jogos para atores e não-atores"

    Oficina TENDA no Projeto Bragança (En)Cena

    17 e 18 de Setembro – 2º Módulo: “Fazer teatral:

    jogos para atores e não atores”




    Escrito por ciacenicatenda às 15h35
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    Oficina TENDA: "Do Conceito ao Mito"

    Oficina TENDA no Projeto Bragança (En)Cena

    20 e 21 de Agosto – 1º Módulo: “Do conceito ao mito”




    Escrito por ciacenicatenda às 15h33
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    Oficinas Projeto TENDA - O poder de transformação presente:

    O poder de transformAÇÃO presente:

    "Em nosso teatro, diante da natureza e diante da sociedade, que atitude produtiva podemos tomar para o prazer de todos nós, filhos de uma época científica? Essa atitude é uma atitude crítica. Diante de um rio, consiste em regularizar seu curso; tratando-se de uma árvore frutífera, enxertá-la; tratando-se do problema dos transportes, construir veículos terrestres, marítimos e aéreos; tratando-se da sociedade, fazer a revolução. Nossas representações da vida comum dos homens destinam-se aos que dominam os rios e as árvores , aos construtores de veículos e aos revolucionários; a todos esses convidamos para virem ao nosso teatro, pedindo-lhes que, quando aqui estiverem, não esqueçam seus alegres prazeres, pois queremos entregar o mundo a seus cérebros e a seus corações, para que o transformem a seu critério." Bertolt Brecht



    Escrito por ciacenicatenda às 15h08
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    TENDA integra o Projeto Bragança (En)Cena

    Junto a profissionais do meio teatral, a Cia. Cênica TENDA integra o Projeto Bragança (En)Cena, incentivado pelo PROAC, através do “Projeto Ensaiando um País Melhor”, retomando e ministrando as oficinas relacionadas ao seu projeto em desenvolvimento, nos cinco módulos.

    20 e 21 de Agosto –              1º Módulo: “Do conceito ao mito”

    17 e 18 de Setembro –        2º Módulo: “Fazer teatral: jogos para atores e não atores”

    15 e 16 de Outubro –            3º Módulo: “Teatro laboratório: pesquisa de campo, exercícios e workshop”

    12 e 13 de Novembro –      4º Módulo: “Apropriação de espaço”

    26 e 27 de Novembro –     5º Módulo: “Dramaturgia, o caminho inverso”



    Escrito por ciacenicatenda às 14h54
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    ARTAUD



    Escrito por ciacenicatenda às 00h56
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    BRECHT



    Escrito por ciacenicatenda às 00h55
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    STANISLAVSKI



    Escrito por ciacenicatenda às 00h05
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    Denis Guénoun - A Exibição das Palavras



    Escrito por ciacenicatenda às 22h56
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    PETER BROOK - A Porta Aberta



    Escrito por ciacenicatenda às 22h07
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    Jardins de Itatinga I

    Imagens Google.

    Mais informações sobre o assunto:

    www.aguaforte.com



    Escrito por ciacenicatenda às 15h21
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    Filme: "A Vila" (The Village)

    No final do século XIX existia uma vila cercada por florestas em todos os lados. Os habitantes de lá fizeram um pacto para nunca saírem da vila, pois na cidade reinava a violência e o medo. O que eles almejavam era a criação da sociedade perfeita. Funcionando como contraponto à tranqüilidade da vila, há as criaturas, ou "aqueles-de-quem-não-falamos", seres aterrorizantes que vivem nessas florestas. Os dirigentes da cidade possuem uma política de restrição bem forte: todos são proibidos de adentrar a floresta, ou seja, todos os habitantes da vila viveram toda a sua existência isolados do restante do mundo, já que ninguém do exterior pode entrar lá também. Há um monte de postos de vigia, que servem tanto para se precaver das criaturas como para se certificarem de que ninguém tente fugir da vila. Entre os habitantes e as criaturas há um acordo muito simples: ninguém invade o território de ninguém. Entretanto, o vilarejo começa a ser ameaçado quando Lucius começa a questionar sobre o confinamento completo das pessoas de lá.


    Fonte: www.cinepop.com.br/filmes/vila.htm e www.cineplayers.com/filme.php?id=262



    Escrito por ciacenicatenda às 00h35
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    Iniciada a Pesquisa de Campo

    Oficina e troca de experiências teatrais com garotos da Fundação CASA.



    Escrito por ciacenicatenda às 22h22
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    Experimentações e Criação de Cenas



    Escrito por ciacenicatenda às 21h52
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    A Porta Aberta

    Excertos e impressões de Peter Brook:

     

                Do espaço (algo sobre apropriação do espaço)...

     

    • Para que alguma coisa relevante ocorra, é preciso criar um espaço vazio. O espaço vazio permite que surja um fenômeno novo.

     

    • Posso escolher qualquer espaço vazio e considerá-lo um palco nu. [...] No inicio dos anos setenta, começamos a fazer experiências fora dos edifícios considerados como “teatros”. Nos primeiros três anos fizemos centenas de apresentações nas ruas, em cafés, em hospitais, nas antigas ruínas de Persépolis, em aldeias africanas, em garagens norte-americanas, em barracões, entre os bancos de concreto de parques municipais... Aprendemos muito, mas a experiência mais importante para os atores foi a de representar para um publico que eles podiam ver, ao contrario da platéia invisível a que estavam acostumados.

     

    • [...] Ver os espectadores dava um novo sentido ao seu trabalho. Outra característica desse tipo de espaço é que o vazio é compartilhado: o espaço é o mesmo para todos que ali estão.

     

    Do teatro e da vida...

     

    • Este é o único ponto de partida, e além dele nada é realmente fundamental. Teatro é vida.

     

    • Por outro lado, não se pode dizer que não haja diferença entre a vida e o teatro.

     

    • Vamos ao teatro para um encontro com a vida, mas se não houver diferença entre a vida lá fora e a vida em cena, o teatro não terá sentido. Não há razão para fazê-lo, Se aceitarmos, porem, que a vida no teatro é mais visível, mais vivida do que lá fora, então veremos que é a mesma coisa e, ao mesmo tempo, um tanto diferente. [...] A vida no teatro é mais compreensível e intensa porque é mais concentrada. A limitação do espaço e a compressão do tempo criam essa concentração.

     

    Da centelha de vida...

     

    • A raiz do problema consiste em saber se a cada momento, no ato de escrever ou de atuar, existe uma faísca, uma pequena centelha que se acende e dá intensidade a esse momento comprimido, destilado. Porque a compressão e a condensação não bastam. Mesmo se fazendo cortes numa peça longa demais ou muito prolixa, ela pode continuar sendo chata. O que importa é a centelha, que nessa peça surge muito raramente. É uma prova de que a forma teatral é terrivelmente frágil e exigente, pois essa centelhazinha de vida tem que estar presente a todo instante.

     

    Da presença ativa do público...

     

    • O olhar do publico é o primeiro elemento que nos ajuda. Quando sentimos esse escrutínio como uma expectativa autentica, exigindo a todo momento que nada seja gratuito, que não haja desleixo e sim precisão, compreendemos finalmente que o público não tem uma função passiva.

     

    Ainda sobre o vazio...

     

    • Se o habito nos leva a crer que o teatro tem por base um palco, cenário, luz, musica, poltronas... partimos do principio errado. [...] Para fazer teatro somente uma coisa é necessária: o elemento humano. Isso não significa que o resto não tenha importância, mas não é o principal.

     

    • Quando o instrumento do ator, seu corpo, é afinado pelos exercícios, desaparecem as tensões e os hábitos desnecessários. Ele fica pronto para abrir-se às ilimitadas possibilidades do vazio. Mas há um preço a pagar: diante desse vazio desconhecido surge, naturalmente, o medo. Até mesmo um ator de larga experiência, sempre que vai retomar seu trabalho, [...] sente esse medo voltar – medo do vazio dentro de si mesmo e do vazio do espaço. Imediatamente ele trata de livrar-se do medo, tentando achar alguma coisa para dizer ou fazer. Sentar imóvel ou ficar quieto requer muita coragem. A maioria das nossas manifestações exageradas ou desnecessárias provem do pavor de não estarmos realmente presentes se não avisarmos o tempo todo, de qualquer jeito, que de fato existimos.

     

    • A ausência de cenário é um pré-requisito para a atividade da imaginação. [...] O vazio no teatro permite que a imaginação preencha as lacunas. Paradoxalmente, quanto menos se oferece a imaginação, mais feliz ela fica. [...] No espaço vazio, tudo pode mudar no tempo e no espaço. [...] Todas as convenções são concebíveis, mas depende da ausência de formas rígidas.

     

    Da interpretação e do ator...

     

    • Para que as intenções do ator fiquem totalmente claras, com vivacidade intelectual, emoção verdadeira, um corpo equilibrado e disponível, os três elementos – pensamento, sentimento e corpo – devem estar em perfeita harmonia.

     

    • [...] Mesmo que um dia você sinta que descobriu a personagem, isso não pode durar. Naquele dia especifico, talvez fosse o melhor que você pôde fazer, mas deve lembrar que a verdadeira forma ainda não está lá. A forma verdadeira só chega no ultimo instante, às vezes até depois. É um nascimento. A verdadeira forma não é como a construção de um edifício, quem que cada ação é um avanço lógico em relação à ação anterior. Pelo contrario, o verdadeiro processo de construção envolve simultaneamente uma espécie de demolição, que implica a aceitação do medo.

     

    • É preciso fazer a preparação para jogá-la fora, construir para poder demolir...

     

     

    Fonte: BROOK, Peter. “As artimanhas do tédio”. In: A porta aberta - Reflexões sobre a interpretação e o teatro. Tradução de Antonio Mercado. 3ª Edição. Rio de Janeiro: Ed. Civilização Brasileira, 2002.

     



    Escrito por ciacenicatenda às 21h46
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